Sabores da Minha Infância

Broa de fubá da minha avó

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Hoje amanheceu frio aqui no Mato Grosso eu me lembrei da minha avó de quando ela morava no interior de Minas Gerais. Ela preparava chá de folhas de canela e quitutes quando estava frio. E um deles era essa broa de fubá que eu adaptei a receita, mesmo porque não me lembro da quantidade exata dos ingredientes.

Depois de vários testes consegui acertar o ponto perfeito,  e o  foi melhor de tudo que ficou igual a da minha avó.

Ingredientes:

Um copo de leite

um copo de água

um copo de açúcar

um copo de manteiga

uma pitada de sal

02 copos de fubá

um copo de farinha de trigo

um copo de polvilho

uma colher de (sopa)  de erva doce

5 ovos

2 colheres de (chá) rasa de fermento em pó

Modo de Preparo:

1 – Em uma panela juntar o leite, a água, açúcar, manteiga sal, fubá, farinha de trigo  e a erva doce.

2 – mexer bem e levar ao fogo.

3 – cozinhar bem até virar um angu duro e soltar do fundo da panela.

4 – em uma bacia colocar o polvilho e despejar por cima essa mistura do angu cozido bem quente, misturar bem como se estivesse escaldando o polvilho com o angu quente.

5 – deixar esfriar e juntar os ovos um a um e ir amassando com as mãos para misturar bem e virar uma massa meio mole.

6 – juntar o fermento e misturar mais um pouco.

6 – Coloque um pouco de fubá dentro de uma xícara de fundo redondo e coloque uma colher (sopa) rasa da massa dentro dela. Agora, chacoalhe rodando a massa até que ela se transforme numa bolinha. Isto é feito porque a massa é meio molinha para ser enrolada nas mãos. Vá colocando na assadeira, deixando um espaço entre elas (as bolinhas crescem bem).

7 – forno pré aquecido a 200 graus e assar até ficar sequinhas.

Sirva no chá da tarde, elas vão fazer um sucesso na sua cozinha.

Bom apetite.

Autor: Celia Rabello

Eu sou Célia Rabello, chef de cozinha tenho um buffet e uma fabrica de massas frescas da cozinha Italiana. Aninha e suas pedras Não te deixes destruir... Ajuntando novas pedras e construindo novos poemas. Recria tua vida, sempre, sempre. Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça. Faz de tua vida mesquinha um poema. E viverás no coração dos jovens e na memória das gerações que hão de vir. Esta fonte é para uso de todos os sedentos. Toma a tua parte. Vem a estas páginas e não entraves seu uso aos que têm sede. Cora Coralina

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